O que você verá neste artigo
Conciliação financeira automática é usar integrações para o ERP, o gateway e o banco conversarem sozinhos, sem você cruzar informações manualmente. Com uma ferramenta como a Pluga, cada pagamento confirmado já atualiza o sistema certo — sem abrir várias abas pra bater os números.
- 1. Captura o pagamento assim que ele é aprovado
- 2. Cria a conta a receber automaticamente no ERP
- 3. Dá baixa na conta quando o pagamento confirma
- 4. Avisa quando um valor foge do padrão
- 5. Mantém os dados atualizados até o fechamento
💡 Você só entra pra validar o fechamento e investigar as exceções — o resto já chegou pronto.
Você precisa fazer a conciliação financeira de fim de mês e sempre abre várias abas do seu computador para bater as informações, uma a uma, de todas as ferramentas que você utiliza. No fim falta tempo produzindo e sobra a pergunta: será que não esqueci de conferir nenhum valor?
A verdade é que não dá mais para ficar fazendo esse trabalho de maneira manual. Hoje em dia é possível fazer todas as ferramentas conversarem e tirar esse retrabalho de conferência de informações uma a uma.
E é isso que você vai ver neste artigo. O que é cada tipo de conciliação, de onde vem esse retrabalho, o que dá para automatizar e alguns casos de uso.
O que é conciliação financeira?
Conciliação financeira é a ação de conferir se o mesmo evento, como uma venda, uma cobrança ou um pagamento, aparece igual em todas as fontes onde ele é registrado. Ela serve para achar o que escapa a olho nu.
Essa atividade é essencial para manter o alinhamento de informações e não cometer erros fiscais. Além de manter uma confiança no caixa da empresa e com isso ter uma tomada de decisão mais precisa.
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De onde vem o retrabalho de cruzar dados de vários sistemas
Na maioria das empresas, o problema não é saber o que é conciliar, é repetir o mesmo processo para dezenas ou centenas de transações. Três pontos concentram o retrabalho.
1. Cada sistema guarda um pedaço da mesma transação
Uma venda deixa rastro em vários lugares: o pedido no marketplace, a cobrança no gateway, o repasse no banco e a conta a receber no ERP. Se não existe um identificador em comum, alguém precisa descobrir, a cada pagamento, qual registro corresponde a qual.
2. Conferência um a um e baixa que atrasa
O dinheiro já entrou, mas o ERP ainda mostra a conta em aberto. Enquanto a baixa não acontece, a lista de inadimplentes e o fluxo de caixa mostram uma realidade que já mudou. E cada digitação é uma chance de erro: valor trocado, data errada, baixa no título errado.
3. Taxas, repasses e prazos que não batem
O valor da venda e o valor que chega à conta quase nunca são iguais. Existem adquirentes que aplicam a taxa MDR, que pode mudar conforme a bandeira e o número de parcelas. Além disso, cada marketplace tem prazos de repasse próprios.
O que dá para automatizar na conciliação (e o que continua com uma pessoa)
A automação funciona onde existe uma regra objetiva: aconteceu X, faça Y. Onde é preciso julgar, a decisão continua humana.
| Etapa | Como é no manual | O que a automação faz | O que continua humano |
| Confirmar o pagamento | Consultar o painel do gateway | Captura o evento quando há um gatilho compatível | Avaliar pagamentos fora do padrão |
| Registrar ou dar baixa | Abrir o ERP, achar a conta e baixar | Cria a conta a receber ou dá a baixa | Definir as regras e as tolerâncias |
| Avisar o que foge do padrão | Perceber na revisão do fechamento | Encaminha um aviso e um registro | Investigar a causa |
| Fechar o período | Atualizar tudo no fim do mês | Mantém os dados atualizados ao longo do período | Revisar e validar o fechamento |
O que deixar no automático
Registrar a conta quando o pagamento é aprovado, dar baixa quando ele é confirmado, mandar um aviso quando algo fora do padrão aparece e guardar o registro de cada baixa feita. São tarefas repetitivas e previsíveis, o melhor lugar para começar.
O que continua com uma pessoa
Entender por que um valor veio diferente, contestar uma taxa cobrada errada e validar o fechamento. A automação prepara o terreno, mas não decide por você.
Casos de automação da conciliação financeira
Para automatizar a conciliação financeira você pode utilizar uma plataforma de integração de ferramentas, como a Pluga. Com ela, quando algo acontece em uma ferramenta, ela executa uma tarefa em outra.
A plataforma não substitui o ERP, só leva o dado até ele. Confira alguns casos de uso e comece a automatizar sua conciliação financeira.
Venda e cobrança entram no ERP automaticamente
O primeiro caso de uso muito comum é integrar o seu gateway de pagamento com o ERP. Assim, sempre que tiver uma movimentação de pagamento o seu ERP será atualizado, seja criando/atualizando o cliente, criando um conta a pagar ou um a receber.
Pagamento confirmado dá baixa na conta a receber
Se você utiliza Conta Azul, Omie ERP ou Bling é possível criar um fluxo onde, não apenas, crie o conta a receber mas também dê baixa nela automaticamente assim que essa ação acontecer. Ou seja, isso agiliza processos que vem após a baixa, como a conciliação bancária e também a contábil.
Saiba mais em: Conciliação de contas a receber: Como automatizar?
Além desses casos existem muitos outros que você pode fazer na Pluga, confira mais um deles no vídeo abaixo:
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Perguntas frequentes
É a conferência que confirma se cada transação, como uma venda, uma cobrança ou um pagamento, aparece igual em todas as fontes: ERP, banco, gateway e marketplace.
Sim, nas etapas que têm regra objetiva, como registrar a conta e dar a baixa quando o pagamento é confirmado. O ERP segue como sistema principal e continua cuidando da parte do banco, por importação de extrato ou Open Finance. A Pluga leva até ele os eventos de outras ferramentas.
Não. A validação contábil continua com o contador. O ganho da automação é chegar ao fechamento com os dados já atualizados, em vez de gastar o tempo de todos atualizando informação que poderia ter chegado sozinha.