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Para criar um Agente de IA, você pode usar a Pluga. O Agente raciocina, consulta bases de conhecimento e toma decisões com base nas instruções que você define. Veja como fazer:

  1. 1. Acesse a área de Agentes de IA na Pluga
  2. 2. Crie um novo Agente e escreva as instruções em texto natural
  3. 3. Escolha o provedor, o modelo e insira sua API key
  4. 4. Conecte ferramentas como CRM, Google Docs ou agenda
  5. 5. Teste o comportamento e ajuste antes de publicar
  6. 6. Adicione o Agente a uma automatização e ative o fluxo

💡 Diferente de uma automação comum, o Agente interpreta contexto e toma decisões — como um colaborador que nunca sai do ar.

Fazer da automação de processos algo fácil e sem necessidade de códigos já não é uma novidade. Agora imagina levar isso para a construção de Agentes de IA? Na Pluga você consegue.

Diferente das automações comuns, os Agentes de IA possuem a capacidade de raciocinar, consultar bases de conhecimento e tomar decisões baseadas em instruções e ferramentas fornecidas por você. Se antes uma automação seguia uma linha reta, agora ela ganha “cérebro” para lidar com as curvas e imprevistos do dia a dia.

Continue a leitura para conferir como funcionam os Agentes de IA da Pluga. 🤖

Como criar um Agente de IA na Pluga?

Criar o seu Agente na Pluga é um processo intuitivo que combina instruções em texto natural com a conexão de ferramentas. Siga este passo a passo:

  1. Acesse a área de Agentes

    Depois de fazer o login ou cadastro na Pluga, clique no nome da sua conta e selecione a opção “Agentes de IA“.
    agente de ia inicio
    Em seguida clique em “+ Novo Agente”.

  2. Defina a identidade e instruções do Agente (Prompt)

    Aqui é onde você escreve o “manual de treinamento”. Diga quem ele é (ex: um SDR experiente) e o que ele deve ou não fazer.
    instruções ao agente
    Exemplo de instrução para um Agente SDR:

    ##IDENTIDADE

    Você é um SDR experiente da empresa.
    Primeiro contato consultivo com leads interessados em conhecer mais sobre a empresa.
    Você não é um closer.


    ##MISSÃO

    Qualificar quando necessário e encaminhar leads prontos para vendas.


    REGRA PRIORITÁRIA (INTENÇÃO CLARA DE COMPRA)


    Se o lead demonstrar intenção clara de assinar, migrar de concorrente ou falar com o comercial:
    -
    Interrompa imediatamente qualquer investigação.
    -
    Não faça perguntas de contexto, dor ou fit.
    -
    Seja direto e objetivo.
    -
    Solicite apenas: nome, e-mail e telefone.

    Após receber os dados, crie imediatamente uma negociação no CRM (Pipedrive) com essas informações. Quando for criar a negociação no Pipedrive, adicione nas Notas um resumo da conversa.

    Informe apenas que o contato foi encaminhado ao time comercial (não mencione ferramentas internas).

    CONDUÇÃO PADRÃO

    Se não houver intenção clara de compra, faça no máximo 1 pergunta por mensagem.
    Evite blocos longos de texto.
    Priorize objetividade.

    AVANÇO

    Encaminhe para vendas quando houver:
    -
    Dor ou objetivo claro
    -
    Fit com a empresa
    -
    Abertura explícita

    REGRAS

    Não pressione.
    Não invente funcionalidades.
    Use apenas a fonte oficial de conhecimento sobre a empresa que você tem acesso no Google Docs.

  3. Escolha qual provedor e modelo o Agente irá utilizar

    Aqui você irá selecionar o provedor que será o “cérebro” do seu Agente, o modelo dele e também inserir a API key
    modelo e provedor

  4. Adicione Tools (ferramentas)

    Conecte ferramentas dentro do seu Agente para que elas possam servir tanto como base de conhecimento, mas também como ações.
    tools para usar no agente de IA

  5. Teste e publique

    Utilize a Área de Testes para simular conversas e ajustar o comportamento do Agente antes de publicá-lo.testar agente de ia da pluga

  6. Insira o seu Agente de IA em um fluxo da Pluga

    Não basta criar o Agente, para que ele funcione corretamente é preciso adicioná-lo em uma automatização. E aqui em nada difere da construção de automações sem os Agentes, basta adicionar a ferramenta gatilho, o Agente e, caso necessário, outras ferramentas de ação.
    automação com agente de ia na pluga
    Feito isso, clique em “Finalizar automatização”.

Quer ver esse passo a passo acontecendo na prática em um fluxo de SDR? Temos um vídeo trazendo esse caso de uso explicando tintin por tintin:


Agora para deixar tudo ainda mais especial: quer uma consultoria completa para configurar e aplicar o seu Agente de IA na Pluga? Entre em contato com nossa Consultoria de Agentes de IA.

Automações determinísticas x automações com agentes de IA: qual fazer?

Agora que você sabe como criar o seu Agente na Pluga, qual é a diferença entre uma automação com e sem o Agente de IA, as chamadas automações determinísticas. Até porque, nem sempre será necessário incluir um agente no seu fluxo de automação.

Confira só a diferença entre as duas abordagens e aplique aquela que mais fizer sentido para a sua operação sem perder a qualidade.

Automações determinísticas (Fluxos “Se isso, então aquilo”)

São automações mais “previsíveis”. Se você já utiliza a Pluga, são os fluxos que já aplica na plataforma, ou seja, inclui uma ferramenta gatilho e outras ferramentas de ação, onde sempre que algo acontecer na ferramenta A algo será realizado nas ferramentas B, C…

Esse tipo de conexão é perfeita para processos que nunca mudam e não exigem interpretação. Por exemplo automações para gestão financeira ou de organização de estoque onde você precisa ter as informações inseridas de forma automática em outro app sem a necessidade de interpretações.

Leia também:

Automações com Agentes de IA

Diferente das automações determinísticas, os Agentes de IA são capazes de lidar com contexto e tomar decisões com base em raciocínio probabilístico. Eles não apenas movem dados de um ponto a outro; eles processam informações e tomam decisões baseadas em instruções disponíveis no momento.

Ou seja, é como se você tivesse mais um colega de trabalho para te ajudar no que você mais precisar sem ter horário de entrada e saída. Ele está ali funcionando sempre que for acionado.

Nesse caso, o ideal é que utilize os Agentes em automações onde interpretações, análise e avaliação de contexto são necessárias. Por exemplo, um assistente de atendimento que irá “ler” as mensagens que chegam dos clientes e realizará o primeiro contato com ele.

Quando inserir o Agente de IA em um fluxo?

Insira o Agente quando o processo exigir consulta a uma base de conhecimento dinâmica ou quando a resposta precisar ser personalizada para cada situação, indo além de um “copia e cola” de dados.

Casos de uso para testar com os Agentes

Para ajudar você a dar os primeiros passos, separamos três templates prontos de Agentes de IA da Pluga com casos que você pode ativar com apenas alguns cliques.

1. Assistente de atendimento

Ideal para empresas que precisam de suporte 24/7 para agendamentos e dúvidas frequentes. Nesse caso, o objetivo do assistente é:

2. Assistente de SDR 

Perfeito para qualificar leads de forma automática e garantir que o time de vendas foque apenas em oportunidades reais. Aqui o objetivo do Agente é:

3. Assistente pessoal 

O parceiro ideal para executivos e gestores que precisam de agilidade na organização do dia a dia e na comunicação com o time. O objetivo é:

O que é possível fazer com os Agentes de IA da Pluga?

O Agente de IA da Pluga funciona como um colaborador digital que entende o contexto. Enquanto uma automação padrão move um dado do ponto A para o ponto B, C…, o Agente pode:

Perguntas frequentes:

Como utilizar os Agentes de IA da Pluga?

Após construir o seu Agente e testá-lo você precisará inserí-lo em um fluxo de automação. O processo aqui é o mesmo da contrução de uma integração determinística. Insira a ferramenta gatilho, seu Agente e, caso necessário, outras ferramentas de ação.

É preciso saber programar?

Não mesmo! Para utilizar os Agentes de IA da Pluga a facilidade continua e a não digitação de códigos também. Então vai sem medo.

Sempre será preciso utilizar um Agente de IA?

Não. Insira o Agente no seu fluxo quando o processo exigir consulta a uma base de conhecimento dinâmica ou quando a resposta precisar ser personalizada para cada situação, indo além de um simples “copia e cola” de dados.